quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Ovos Cozidos Coloridos




(Por Lívia da Coelhoshow)
 PAP de ovos comestíveis de dinossauro!
Vou mostrar como fazer em apenas 6 passos, me acompanhem:

1- Cozinhe na água alguns ovos de galinha, tanto faz a cor da casca.

2- Com a ajuda de uma colher e um paninho macio por baixo dê batidinhas leves no ovo para que a casca fique craquelada. Tente deixar as rachaduras bonitas e uniformes, elas é que vão dar o desenho colorido no ovo.

3- Coloque os ovos em copos ou canecas totalmente cobertos por água com anilina (corante comestível). Pode caprichar na quantidade de corante. Eu coloquei cerca de 10 gotas em cada copo, dependendo da cor pode ser mais ou menos.
4- Deixe os copos com os ovos na geladeira de um dia para o outro.

5- Tire a casca com bastante cuidado para que o ovo fique bonito e sem lascas.


Ovos coloridos tingidos naturalmente

September 28, 2011 in GOURMET by Ami ϟ
Essa dica é pras meninas prendadas que querem se aventurar no mundo dos bentôs e das comidinhas fofas. (como nós já postamos aqui, aqui, aqui, e em outros milhares de posts, pq a gente fala muito de comida por aqui… nahiuahiuahiuahiua!!)
Então hoje vamos ensinar como fazer ovos cozidos coloridos! E a melhor parte, coloridos naturalmente, e não com corante! =]
Quando eu vi, eu lembrei daqueles ovos coloridos de padaria/boteco nhaiuhaiuhaiuhaihai mas não tem nada a ver U__U~ Isso é bom pra criança que não come XD

Você vai precisar de:

Curry ou Açafrão para o ovo Amarelo
Repolho roxo e Vinagre para o ovo Rosa
Repolho roxo para o ovo Roxo/Azul
e Ovos cozidos e descascados, claro!

Como fazer:

Ovo Amarelo:
1 – Coloque um pouco de curry ou açafrão num copo com água quente, e misture até ficar homogêneo. (Certifique-se de que o tanto de água dá para cobrir completamente o ovo)
2 – Coloque o ovo cozido dentro do copo e deixe por 20 a 30 minutos, misturando a cada 10 minutos.
Ovos Rosa e Azul:
1 – Corte uma folha de Repolho em pedacinhos pequenos e deixe na água quente de 10 a 15 minutos, até a água ficar bem roxa
2 – Separe os pedacinhos de repolho usando um escorredor, e transfira o líquido para uma tigelinha ou copo.
3 – Para o ovo rosa: Coloque um pouco de vinagre na água roxa (mais ou menos uma colher de sopa) e misture bem.
A cor muda imediatamente, ao adicionar vinagre
4 – Coloque os ovos cozidos dentro dos copos e deixe por 20 a 30 minutos, misturando a cada 10 minutos.
Depois é só tirar e pronto! Tadããããã, ovinhos coloridos! nahuiahiuhaiuhauihaiuhauia Fácil né?
Algumas dicas finais, é bom sempre usar copos e vasilhas de vidro ou cerâmica, porque o curry e o repolho podem manchar as coisas de plástico! (Ou use descartáveis) Outra coisa também é que o azul é uma cor supressora de apetite (diminui o apetite) por isso algumas pessoas até comem em pratos azuis quando querem fazer dieta e etc. Por isso, é melhor não colocar muita coisa azul na comida, pra depois não ficar triste que ninguém comeu! nahiuahiahiuahia
E aí, quem vai tentar? =D
Kissus!










Dicas... e coisas Legais...

http://dreamerattraction.com/


Cupcake de Amora - http://www.pamelabrandao.com/

Se são receitas de cupcakes que vocês querem, são receitas de cupcakes que darei para vocês…haha.  Mas não quero ver ninguém reclamando das calorias a mais depois heim?E nem reclamando que só tem receitas de cupcakes…haha. Como estou engraçadinha hoje né? Então, estes cupcakes encontrei aqui , e fazia tempo que estava querendo testar, mas não estava encontrando amoras, até que finalmente encontrei e não perdi tempo. Hum, bom demais, desde o cupcake que é super macio até a cobertura charmosa e deliciosa. Bom, a única dica que tenho pra dar é que se você não gosta dos cupcakes muito doces, eu aconselharia a diminuir o açucar na massa, pois a cobertura compensa. Hum, e a cobertura então, não consegui parar de comer, comi ela pura mesmo…haha. Hum, hum, hum, mais um favorito entrando para a lista. Só espero que seja época de amoras no Brasil…hehe. Ah, uma dica, a receita de coulis de amora rende mais do que a receita irá pedir, então se você não quiser guardar depois, aconselho a reduzir a receita do coulis.
Cupcakes de Amora
±12 cupcakes
Ingredientes:
Coulis de Amora:
125g de amoras
25g açucar
100 ml de água
½ colher (chá) de essência de baunilha
Cupcake:
1 xícara de farinha
2 colheres (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de sal
6 colheres (sopa) de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
1 xícara de açucar
2 ovos
1 colher (chá) de essência de baunilha
1/2 xícara de leite
1/2 xícara de coulis de amora
Cobertura:
113g de cream cheese, em temperatura ambiente
1 e 1/2 xícara de açucar de confeiteiro, peneirado
2 colheres (sopa) de coulis de amora
Amoras para decorar
Preparo:
Coulis de amora:
Coloque as amoras, a água e o açucar numa panela pequena.Deixer ferver e cozinhe por 5 minutos, até que a fruta esteja macia. Misture a baunilha, retire do fogo e deixe esfriar um pouco. Coloque tudo no liquidificador e bata até virar um purê. Passe o coulis numa peneira, e para coar bem, precione um pouco com a ajuda das costas de uma colher. (Se sobrar muito, você pode guardar na geladeira por até 3 dias ou no freezer por até 3 meses).
Cupcakes:
Pré- aqueça o forno a 180°C. Numa tigela peneire a farinha, o fermento e o sal e reserve. Faça uma mistura com o leite e o coulis de amora separadamente.
Em outra tigela, bata a manteiga e o açucar em velocidade média-alta até ficar uma mistura clara e cremosa. Adicione os ovos, um a um, e bata bem a cada adição.
Adicione metade da mistura dos ingredientes secos e misture em velocidade baixa até incorporar. Adicione a misture de leite e amora. Termine de colocar a outra metade dos ingredientes secos e bata levemente até incorporar. Não bata demais.
Divida a massa nas forminhas de cupcake, deixando mais ou menos um dedo até a borda. Asse por 12 a 15 minutos ou até que o teste do palito saia limpo. Deixe os cupcakes esfriarem por 5 minutos e depois transfira-os para uma grade para terminarem de esfriar completamente.
Cobertura:
Misture o cream cheese, o açucar e o coulis de amora numa tigela e bata em velocidade média até que fico bem misturado e homogêneo. Cubra os cupackes da forma desejada e enfeite com amoras frescas.

Formas Silikomart - Novos formatos de Bolos e Pudins










































terça-feira, 1 de outubro de 2013

Por que as mulheres não estão loucas - por Yashar Ali

Você é tão sensível. Tão emocional. Tão defensiva. Você está exagerando. Calma. Relaxe. Pare de surtar! Você é louca! Eu estava só brincando, você não tem senso de humor? Você é tão dramática. Deixa pra lá de uma vez!
Soa familiar?

Se você é uma mulher, provavelmente sim.
Você alguma vez escuta esse tipo de comentário de seu marido, parceiro, chefe, amigos, colegas ou parentes após expressar frustração, tristeza ou raiva sobre algo que eles disseram ou fizeram?
Quando alguém diz essas coisas a você, não é um exemplo de comportamento sem consideração. Quando seu marido aparece meia hora atrasado para o jantar sem avisar – isso é desconsideração. Uma observação com o propósito de calar você – como, “Relaxa, está exagerando” – logo após você apontar o comportamento ruim de alguém é manipulação emocional, pura e simples.
E é esse o tipo de manipulação emocional que alimenta uma epidemia em nosso país, uma epidemia que define as mulheres como loucas, irracionais, exageradamente sensíveis e confusas. Essa epidemia ajuda a alimentar a ideia de que as menores provocações fazem com que as mulheres libertem suas (loucas) emoções. Isso é falso e injusto. Acho que é hora de separar o comportamento sem consideração de manipulação emocional e começarmos a usar uma palavra fora de nosso vocabulário usual.
Quero introduzir um útil temo para identificar essas reações: “gaslaitear“.
(pequeno adendo do editor: “gaslaitear” foi uma adaptação do termo gaslighting para o português, para facilitar a compreensão do texto)
Gaslaitear é um termo usado com frequência por profissionais da área de saúde mental (não sou um deles) para descrever comportamento manipulador usado para induzir pessoas a pensarem que suas reações são tão insanas que só podem estar malucas.
O termo vem do filme de 1944 da MGM, “Gaslight“, estrelando Ingrid Bergman. O marido de Bergman no filme, interpretado por Charles Boyer, quer tomar sua fortuna. Ele se dá conta de que pode conseguir isso fazendo com que ela seja considerada insana e enviada para uma instituição mental. Para tanto, ele intencionalmente prepara as lâmpadas de gás (no inglês, “gaslights”, vindo daí o nome do filme) de sua casa para ligarem e desligarem alternadamente.
E toda vez que Ingrid reage a isso, ele diz a ela que está vendo coisas.

Nesse contexto, uma pessoa gaslaiteadora é alguém que apresenta informação falsa para alterar a percepção da vítima sobre si mesma.
Hoje, quando o termo é usado, usualmente significa que o perpetrador usou expressões como, “Você é tão estúpida” ou “Ninguém jamais vai te querer” para a vítima.
Essa é uma forma intencional e premeditada de gaslaitear, como as ações do personagem de Charles Boyer no filme Gaslight, no qual ele estrategicamente age para fazer com que sua esposa acredite estar confusa.
A forma de gaslaitear que estou apontando nem sempre é premeditada ou intencional, o que a torna pior, pois significa que todos nós, especialmente as mulheres, já tiveram que lidar com isso em algum momento.
Aqueles que gaslaiteaim criam reações – seja raiva, frustração, tristeza – na pessoa com quem estão interagindo. Então, quando essa pessoa reage, o gaslaiteador a faz sentir desconfortável e insegura por agir como se seus sentimentos fossem irracionais ou anormais.
* * *
Minha amiga Anna (todos os nomes trocados por questão de privacidade, claro) é casada com um homem que sente a necessidade de fazer observações não solicitadas e aleatórias sobre seu peso.
Sempre que ela fica brava ou frustrada com seus comentários insensíveis, ele responde da mesma maneira defensiva, “Você é tão sensível, estou só brincando”.
Minha amiga Abbie trabalha para um homem que, quase todos os dias, acha um jeito de criticá-la, assim como a qualidade de seu trabalho. Observações como “Você não consegue fazer algo direito?” ou “Por que fui te contratar?” são comuns para ela. Seu chefe não tem dificuldade em demitir pessoas (o que faz regularmente), então seria difícil pensar, baseado nesses comentários, que Abbie trabalha pra ele há seis anos.
Mas toda vez que ela se posiciona e diz “Não me ajuda em nada quando você diz essas coisas”, ela recebe a mesma resposta:
“Relaxa, você está exagerando.”


É muito mais fácil manipular emocionalmente alguém que foi condicionado por nossa sociedade para tal. Nós continuamos a impor isso sobre as mulheres pelo simples fato de que elas não recusam nossos fardos. É a covardice suprema.
Abbie pensa que seu chefe está apenas sendo um babaca nesses momentos, mas a verdade é que ele está fazendo esses comentários para induzí-la a achar que suas reações não fazem sentido. E é exatamente esse tipo de manipulação que a faz sentir culpada por ser sensível e, como resultado, se recusar a deixar seu emprego.
Mas gaslaitear pode ser tão simples quanto alguém sorrindo e dizendo, “Você é tão sensível”, para outra pessoa. Tal comentário pode soar inócuo, mas naquele contexto a pessoa está emitindo um julgamento sobre como a outra deveria se sentir.
Mesmo que lidar com gaslaitear não seja uma verdade universal para todas as mulheres, nós certamente conhecemos muitas delas que enfrentam isso no trabalho, em casa ou em seus relacionamentos.
E o ato de gaslaitear não afeta só mulheres inseguras. Até mesmo mulheres assertivas e confiantes estão vulneráveis. Por que?
Porque as mulheres suportam o peso da nossa neurose. É muito mais fácil para nós colocar nossos fardos emocionais nos ombros de nossas esposas, amigas, namoradas e empregadas, do que é impô-los nos ombros dos homens.
Quer gaslaitear seja consciente ou não, produz o mesmo resultado: torna algumas mulheres emocionalmente mudas.
Essas mulheres não conseguem expressar com clareza para seus esposos que o que é dito ou feito a elas as machuca. Elas não conseguem dizer a seus chefes que esse comportamento é desrespeitoso e as impede de trabalhar melhor. Elas não conseguem dizer a seus parentes que, quando eles são críticos, estão fazendo mais mal do que bem.
Quando essas mulheres recebem qualquer tipo de reprimenda por suas reações, tendem a deixar passar, pensando, “Esqueça, tá tudo bem.”
Esse “esqueça” não significa apenas deixar um pensamento de lado, é ignorar a si mesma. Me parte o coração.
Não é de se admirar que algumas mulheres sejam inconscientemente passivas agressivas ao expressarem raiva, tristeza ou frustração. Por anos, têm se sujeitado a tanto abuso que nem conseguem mais se expressar de um modo que seja autêntico para elas.
Elas dizem “sinto muito” antes de darem sua opinião. Em um email ou mensagem de texto, colocam uma carinha feliz ao lado de uma questão ou preocupação séria, de modo a reduzir o impacto de expressarem seus verdadeiros sentimentos.
Você sabe como é: “Você está atrasado :) ”
Essas são as mesmas mulheres que seguem em relacionamentos dos quais deveriam sair, que não seguem seus sonhos, que desistem da vida que gostariam de viver.

“Aqui está tudo que precisa saber sobre homens e mulheres: mulheres são loucas, homens são estúpidos. E a principal razão pela qual as mulheres são loucas é porque os homens são estúpidos.” – George Carlin
* * *
Desde que embarquei nessa auto-exploração feminista na minha vida e nas vidas das mulheres que conheço, esse conceito das mulheres como “loucas” tem de fato emergido como uma séria questão na sociedade e igualmente uma grande frustração para as mulheres em minha vida, de modo geral.
Desde o modo com que as mulheres são retratadas em reality shows a como nós condicionamos meninos e meninas a verem as mulheres, acabamos aceitando a ideia de que as mulheres são desequilibradas, indivíduos irracionais, especialmente em momentos de raiva e frustração.
Outro dia mesmo, em um vôo de São Francisco para Los Angeles, uma aeromoça que acabou me reconhecendo de outras viagens perguntou qual era minha profissão. Quando disse a ela que escrevo principalmente sobre mulheres, ela logo riu e perguntou, “Oh, sobre como somos malucas?”.
Sua reação instintiva ao meu trabalho me deixou um bocado deprimido. Apesar de ter respondido como uma brincadeira, a pergunta dela não deixa de apontar um padrão sexista que atravessa todas as facetas da sociedade, sobre como homens veem as mulheres, o que impacta enormente como as mulheres enxergam a si mesmas.
Até onde sei, a epidemia de gaslaitear é parte da luta contra os obstáculos da desigualdade que as mulheres enfrentam. Gaslaitear rouba sua ferramenta mais forte: sua voz. Isso é algo que fazemos com elas todos dias, de diferentes modos.
Não acho que essa ideia de que as mulheres são “loucas” está baseada em algum tipo de conspiração massiva. Na verdade, acredito que está conectada à lenta e firme batida das mulheres sendo minadas e postas de lado, diariamente. E gaslaitear é uma das muitas razões pelas quais estamos lidando com essa construção pública das mulheres como “loucas”.
Reconheço ter gaslaiteado minhas amigas no passado (mas nunca os amigos – surpresa, surpresa). É vergonhoso, mas fico feliz em ter me dado conta disso e cessado de agir dessa maneira.
Mesmo tomando responsabilidade por meus atos, acredito sim que, junto com outros homens, sou um produto de nosso condicionamento. E que ele nos dificulta admitir culpa e expor qualquer tipo de emoção.
Quando somos desencorajados de expressar nossas emoções em nossa infância e adolescência, isso faz com que muitos de nós sigam firmes em sua recusa de expressar arrependimento quando vemos alguém sofrendo por conta de nossas ações.
Quando estava escrevendo esse artigo, me lembrei de uma de minhas falas favoritas de Gloria Steinem:
“O primeiro problema para todos nós, homens e mulheres, não é aprender; mas sim desaprender.”
Então, para muitos de nós, o assunto é primeiro desaprender como usar essas lâmpadas de gás (referência à origem do termo gaslighting/gaslaitear) e entender os sentimentos, opiniões e posições das mulheres em nossas vidas.
Pois a questão de gaslaitear não seria, em última instância, sobre nosso condicionamento em acreditar que as opiniões das mulheres não têm tanto peso quanto as nossas? Que o que elas têm a dizer e o que sentem não é tão legítimo quanto o que nós dizemos e sentimos?
* * *

Esse post foi originalmente publicado no blog do Yashar, The Current Conscience. Nós lemos pela primeira vez no The Good Men Project. Tradução feita com permissão do autor.